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	<title>Arquivos Advogado imobiliário - Probst &amp; Braun Advogados</title>
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	<title>Arquivos Advogado imobiliário - Probst &amp; Braun Advogados</title>
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		<title>Quando o CUB e INCC podem ser cobrados?</title>
		<link>https://probstebraun.com.br/quando-o-cub-e-incc-podem-ser-cobrados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Braun]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[advogado em blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Compra e Venda de Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Contrato imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o Cub e INCC podem ser cobrados? Essa questão é importante porque afeta milhares de pessoas que visam cobrar um imóvel e não podem pagar à vista. Inicialmente, o CUB (Custo Unitário Básico) é semelhante a um índice inflacionário, mensurado mensalmente pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil e leva em consideração os materiais [&#8230;]</p>
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<p>Quando o Cub e INCC podem ser cobrados? Essa questão é importante porque afeta milhares de pessoas que visam cobrar um imóvel e não podem pagar à vista.</p>



<p>Inicialmente, o <a href="http://www.cub.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CUB </a>(Custo Unitário Básico) é semelhante a um índice inflacionário, mensurado mensalmente pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil e leva em consideração os materiais de construção (exemplo: tijolos, cimento, ferro, mão de obra, e por ai vai).</p>



<p>Por sua vez, o <a href="https://portalibre.fgv.br/incc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">INCC </a>(Índice Nacional de Custo de Construção) é o índice da Fundação Getúlio Vargas e é ao CUB.</p>



<h3 class="has-medium-font-size wp-block-heading">Existem regras quanto ao CUB e INCC cobrados</h3>



<p>Ocorre que, muitas vezes construtoras, incorporadoras e até imobiliárias não observam determinadas regras na elaboração dos contratos.</p>



<p>Por exemplo, o CUB ou o INCC só é aplicável até a data da entrega da obra, após não. Inclusive, há entendimentos que em caso de atraso na entrega de obra não é aplicável tais índices.</p>



<p>Também é inviável a cobrança dos índices de imóveis que não tenham relação com a construção, como por exemplo, atualização de parcelas na compra de um terreno.</p>



<p>Há jurisprudência do Tribunal de Justiça de Santa Catarina nesse sentido:</p>



<p>“[…] Nos contratos de compromisso de compra e venda, encontrando-se a obra concluída, a incidência do CUB (Custo Unitário Básico) como fator de atualização monetária não encontra respaldo legal, pois, obviamente, não há mais oscilação do preço de insumos utilizados na construção civil. </p>



<p>Na hipótese dos autos, menos ainda o emprego do sobredito índice comporta cabimento, pois o objeto do negócio jurídico celebrado entre as partes trata de terreno não edificado, sobre o qual em nada afeta a variação dos valores de elementos usados na construção civil […] (Apelação Cível n. 2007.062090-6, da Capital, rel. Des. Eládio Torret Rocha, j. 3-10-2008).”</p>



<p>Assim, em caso de cobrança, existe a possibilidade de revisão e de ressarcimento de valores cobrados a maior.</p>



<p>Advogado do Vídeo: Guilherme Braun &#8211; OAB/SC 33.216, <a href="https://probstebraun.com.br/service/imobiliario/">advogado especialista em direito imobiliário</a>.</p>



<h3 class="has-medium-font-size wp-block-heading">Por fim, sem tempo para ler este artigo? Então assista o vídeo.</h3>



<ul><li><a href="https://youtu.be/xxfXnnRU-hY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link para o vídeo no Youtube</a></li></ul>



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<iframe title="CUB e INCC, Quando Podem Ser Cobrados?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/xxfXnnRU-hY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p></p>
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		<title>Arras ou Sinal no Contrato?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Braun]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[advogado em blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Arras ou sinal no contrato]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvidas em contrato de imóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://probstebraun.com.br/arras-em-contrato-imobiliario/">Arras ou Sinal no Contrato?</a> apareceu primeiro em <a href="https://probstebraun.com.br">Probst &amp; Braun Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<section class="wpb_row vc_row-fluid"><div class="container"><div class="vc_row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Se você já se deparou com as palavras arras ou sinal no contato, está no lugar certo!</p>
<p>As arras ou sinal são, basicamente, uma forma de boa intenção para a conclusão de um negócio.</p>
<p>As tais arras estão previstas entre os artigos 417 a 420 do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406compilada.htm">Código Civil Brasileiro</a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Exemplo de um caso de utilização das arras</h2>
<p>Por exemplo, imagine que um interessado, pretende comprar um terreno, no valor de 200 mil reais, e que o vendedor, então, deixará de fechar negócio com outros interessados.</p>
<p>Como um sinal de boa-fé, o comprador então dá um valor, por exemplo 50 mil reais, que valerá como garantia de que o negócio estará fechado, ficando a pagar os outros 150 mil reais nas condições contratadas.</p>
<p>Dessa forma, se por alguma razão o contrato não se concluir por culpa do comprador, o vendedor poderá ficar para si com os R$ 50.000,00. Assim sendo, o vendedor não precisará devolver as tais Arras, que e será uma espécie de multa.</p>
<p>Ou ainda, se o vendedor der causa à não conclusão do contrato, ele terá de devolver os 50 mil reais recebidos e ainda pagar outros 50 mil reais, também como algo semelhante a uma multa.</p>
<p>Mas não é só isso!</p>
<h2 class="wp-block-heading">As arras se dividem em duas partes</h2>
<p>No mais, as arras se dividem em 2 partes, sendo as confirmatórias e as penitenciais, conforme abaixo listadas.</p>
<ul>
<li>As arras confirmatórias: Servem como uma forma de indenização mínima, ou seja, se o comprador for o prejudicado e comprovar que por culpa do vendedor deixou de fazer outro negócio, além do exemplo acima, o vendedor também deverá pagar uma indenização &#8220;suplementar&#8221;, do valor do prejuízo.</li>
</ul>
<ul>
<li>As arras penitenciais: Servem como uma indenização pré-fixada.</li>
</ul>
<p>Então, cuidado ao permitir que o contrato tenha um valor de arras que possa ser prejudicial para si, ou para o cliente, no caso do corretor de imóveis.</p>
<p>Outra dica, especifique bem se serão confirmatórias ou penitenciais, por que no silêncio, via de regra serão consideradas confirmatórias.</p>
<p>ALERTA! ESTE NÃO É UM VÍDEO PARA ADVOGADOS ESTUDAREM, mas sim, um vídeo mais simples, para auxiliar pessoas em geral.</p>
<p>Autor: Guilherme Braun – OAB/SC 33.216</p>
<p>PROBST E BRAUN ADVOGADOS – OAB/SC 3896/2017 &#8211; <a href="https://probstebraun.com.br/advogado-em-blumenau/">Advogados em Blumenau</a> e região.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Sem paciência para ler? Elaboramos um vídeo sobre assunto.</h3>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe title="Tem a palavra arras no meu contrato. E agora?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/6rsa7iZ9WxU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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